Todas as
noites durmo olhando a janela,
durmo pensando
nela lá fora,
lembrando de
como sempre a admirei.
Seu brilho
na noite é tão belo que
por mais
distante que esteja me ilumina.
Lua, linda e
cheia. Como te admiro.
Lembro dos
sonhos que te contei,
das vezes
que eu aqui sozinho e você
de onde está
ficamos conversando,
horas e mais
horas de muito prazer,
dias e dias
de muitos olhares.
A noite que
nos permite troca de olhares
passa tão rápido,
mal vejo quando caio
no sono e você
se vai. Olho novamente
a janela e lá
fora você não está, triste
eu não vejo
a hora da noite chegar.
Gustavo
Freitas