segunda-feira, 30 de julho de 2012

Dar-se-á


Um abraço apertado olhando as estrelas,
uma conversa sincera e verdadeira,
um momento para pensar, refletir,
tudo pronto para sonhar, um bom começo.
Paixão, uma boa definição!
O bater sincronizado dos corações,
uma situação daquelas, tão boa quanto
o brilho das estrelas lá no céu,
as estrelas tomam formas, uma escrita
foi iniciada, desenhada, formada por estrelas.
Dar-se-á nela tudo?

Gustavo Freitas

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Mensagem para você


É preciso fechar uma porta,
para que se abra uma outra.
É preciso virar uma página,
para que se possa ver a próxima.
Sempre no tempo correto,
sempre quando se precisa.
O tempo não falha, a vida é perfeita,
tudo o que acontece tem um propósito,
tem uma passagem a ser feita,
o objetivo nem sempre claro,
mas nas entrelinhas se faz presente!
Cuidado é essencial, paciência, harmonia.
Viva cada passo de uma vez, sinta a energia,
as pequenas coisas devem ser valorizadas,
as vezes mais que as grandes, nem tudo
é tão perfeito que não possa ser mudado,
e quando muito trocado, mas o que se escreve
ou o que se guarda, ai sim, vão acompanhar e
viver pela eternidade ao nosso lado.

Gustavo Freitas

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Amar é


É preciso aprender o significado da palavra amor,
mas não esse do dicionário, bem definido.
É preciso aprender na essência e viver a palavra.
Amar é mais que um ato, mais que um sentimento,
o amor é puro, ousado, mágico, carnal, carnal e não banal.

Gustavo Freitas

quarta-feira, 11 de julho de 2012

O construir da dor


Dor, um sentimento que comove.
Dor, um sentimento que aproxima.
Há magia nesse sentimento tão triste,
há algo superior, e isso é importante.
O carinho, a emoção sempre vem
acompanhada, o apego, a atenção.
A dor nos ensina muito, e digo mais,
todos, todos um dia precisamos dela.
Na dor se descobre o amor, se descobre
a vida, a amizade, a perseverança, na dor
se descobre o caminho certo a seguir.

Gustavo Freitas

domingo, 1 de julho de 2012

Sem nome


Fulano, o galanteador.
Um oi disfarçado,
e ela a sorrir...
Eis que oi se foi,
ela vira as costas e se vai.
Laços se rompem, laços se criam!
O impressionante estava nela,
então como quem não quer nada,
volta, rouba aquele beijo,
sem explicação, sem emoção.
Um arrepio, uma caricia,
um sorriso arrancado...
Por fim, vira as costas,
sem nome, sem referencias
o galanteador ficou...

Gustavo Freitas