Oh Lua, que formas têm a Terra ai de cima?
Diga Lua, como você me enxerga?
Eu vejo em você que vive na escuridão
um guia, uma luz, muito das vezes rebatida
mas que ilumina, que transforma!
Observo a torre e você, vejo sua grandeza.
Uma magnitude sem fim, você e a torre,
esse pilar, uma fortaleza talvez, para os mais religiosos
o refúgio que já foi ocupado por escravos.
Me indago, será essa a maior beleza?
A foto congelou o tempo deste instante,
e, eternamente você Lua e eu Torre ficamos juntos.
Foi marcante, eu
Torre e você Lua, nós em meio a
essa imensidão de nuvens. Na fotografia para sempre.
Gustavo Freitas